Fiquei assistindo a uns dois filmes, além de dar uma navegada aqui no Conto Erótico, lendo os relatos de amigas e amigos. Que sempre me deixam excitada e muito meladinha. Foi então que lá pelas três da manhã a campaínha tocou e eu assustei, me levantei e ao olhar pela tela da câmera de segurança, vi que se tratava dos amigos do meu filho que o traziam carregado. Imediatamente abri a porta e o portão e pedi que os levasse até o seu quarto. Percebi que os dois ficaram me tarando porque estava vestida de camisolinha preta super transparente e a minha calcinha fio dental preta, ficava totalmente a vista de quem me olhasse. Assim que o acomodaram em seu quarto e cama, os agradeci e os levei de volta, com eles quase avançando em mim. Assim que saíram, fechei o portão e a porta de casa e fui direto para o quarto do Breno, que estava completamente apagado porque tinha bebido além da conta. Com cuidado tirei a sua camiseta, em seguida os tênis que estava calçando, meias e calça. Foi aí que a loucura apareceu.
Após desafivelar o cinto, abrir a calça e descer o zíper da sua calça jeans, a me deparei com um pau enorme sob o fino tecido da sua cueca branca, fiquei trêmula ao ver o tamanho e a envergadura do seu pau sob a transparente cueca. Puxei a sua calça e a dobrei, apaguei a luz para sair do seu quarto, quando me senti impulsionada a voltar e voltei. Voltei e me agachei, ficando de cócoras ao lado da sua cama, a luz do corredor me dava total visão do seu grosso cacete. Olhando aquele cacetão que já tinha visto nas fotos, com cuidado, levei a minha mão direita sob ele e o senti pulsando, fiquei louca de tesão. Instintivamente levei a minha mão esquerda para cima da minha boceta sob o tecido da minha calcinha fio dental, que tesão que eu senti. Ele respirava em um sono profundo e já não me controlando mais, fui descendo a cueca para aquele lindo pau sair, foi demais. Ao puxar mais a sua cueca para baixo, o seu pau pulou pra fora, fiquei parada, quieta, para ver se ele acordava, mas continuou dormindo profundamente.
Com a mão esquerda afastei a minha calcinha fio dental para o lado, a alisei e fui enfiando, um, dois, três dedos na minha ensopada grutinha, a sentido pulsar e jorrar, não me controlei mais. Com muito cuidado e leveza, toquei no seu pau com as pontas dos meus dedos, foi demais, o pau começou a endurecer, a estufar e a ficar enorme. O segurei olhando para o seu rosto, o apertei com carinho e ele continuava a dormir roçando baixinho. Puxei a pele e vi surgir uma enorme cabeça arroxeada, aproximei o nariz e o cheirei, que tesao, cheiro de urina com suor, do jeito que gosto. O segurei com cuidado e dei a primeira passada de língua, o olhando para ver se não despertava. Não resisti e o lambi da cabeça até as bolas, ele deu uma mexida, eu parei. Voltando a roncar baixinho, voltei a segurá-lo com a mão direita, enterrando três dedos da mão esquerda na xoxota, que tesão, não agüentei e aproximei a boca, o abocanhei e o suguei de leve, que delicia.
Passei a chupá-lo com gosto e as vezes o sugava com mais pressão, ele se mexia como estivesse sonhando e ali, o chupando e ele se contorcendo, quando menos imaginei, senti o o primeiro jato na minha boca, me inundando a garganta, quase me afogo, mas engoli deixando pouca porra cair sob a cueca. Quando ele terminou de gozar, me levantei, encostei a porta e fui para o banheiro do meu quarto escovar os dentes. No dia seguinte, servindo o café da manhã PR ele, o escuto comentar com a liberdade que sempre tivemos: “ Mãe, nem te conto o sonho que tive”. Perguntei com o que ele tinha sonhado e ele me falou: “Lembra daquela professora linda e loira que tive no ginásio? Pois é mãe, sonhei que ela tava me pagando o maior boquette”. Demos uma gargalhada e fui para o quarto arrumar a cama dele.
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