
Esta confissão é longa e pode parecer um conto. Mas se fosse um conto eu estaria ganhando a vida como escritor. A realidade é muito mais interessante.
Há algum tempo nos descobrimos um casal exibicionista. Gostamos de publicar fotos e videos em sites especializados e nos mostrando em bate-papos on-line. Mesmo assim, desde que estamos juntos nunca estivemos com outras pessoas. Mas lá no site o pessoal estava nos estimulando a ir fazer troca de casais. Esse não era a nossa fantasia. Sempre imaginávamos um estranho passando a mão nela. Algo rápido e simples.Pois bem, fomos até São Paulo para uma festa à tarde. Quando terminou a festa e já estava no carro, eu perguntei, vamos no Shopping ver algum presente para levar? Qual foi a minha surpresa quando ela disse: quem sabe a gente não vai numa casa de swing? Fiquei boquiaberto, mas topei na hora.
Chegando lá não tinha quase ninguém, embora os atendentes tenham garantido que a casa iria encher. Estávamos visivelmente constrangidos, mesmo que na maioria dos ambientes, inclusive no nosso, parecia uma casa noturna como qualquer outra. E os frequentadores também, gente que, se cruzássemos na rua, poderíamos reconhecer pensando serem pais de amigos dos nossos filhos ou irmãos.
Depois da meia-noite a coisa esquentou um pouco com a abertura da pista de danças. Na pista rolava um show erótico meio sem graça e a minha mulher ensaiou a primeira ousadia. Tirou a blusa e ficou só de sutiã. kkk. Foi até engraçado, ninguém deu bola para nós.
Ainda assim estávamos lá sentados feito dois bobos tentando achar algum casal interessante para puxar assunto. Ela já tinha recolocado a blusa antes que um segurança qualquer fosse pedir, já que estávamos na área mais "recatada" da casa. Foi quando eu convidei ela para dar uma olhada no que estava acontecendo na parte mais "íntima" da casa.
Quando chegamos lá já havia alguns poucos casais transando. Isso não era nada perto do número de pessoas que estavam na casa, mas já deu para dar uma excitada.
De novo a minha mulher me surpreendeu. Sentou-se e baixou a calça (ela estava de calças jeans, já que nem pensávamos que iríamos lá), abriu as pernas e eu, imediatamente caí de boca na bocetinha dela. Isso era mais que tínhamos feito na vida toda (Fazer sexo na frente de outras pessoas ao vivo. Já estávamos lá nos divertindo no meio do povo que entrava e saia quando, eu, com a cara enfiada no meio das pernas dela, ouço um cara falar: posso tocar? Olho para cima e o cara, com a esposa do lado, etá passando as mão nos seios da minha. Segundos depois eu arregalo os olhos e vejo ele com o pau na boca da minha mulher (com camisinha - não se esqueçam). Eu ofereço para ele tocar na boceta dela, enquanto eu beijava ela. Logo em seguida ele pede para ela alguma coisa que eu não ouvi... mas que ela disse: não sei? Ela me fala que ele pediu para pau no cuzinho dela. Eu disse que se ela quisesse estava tudo bem (essa é uma coisa que nós descobrimos que é boa na casa de swing, você só faz o que quer fazer, ninguém te obriga e os seguranças estão lá para garantir isso). Ela ficou de 4 e pediu para ele ir devagar. Ela não foi muito devagar não, mas ela não reclamou. Colocou toda a vara dentro dela (depois ela disse que era meio fino, por isso entrou fácil fácil). Estava bem pertinho da cara dela para garantir que ela estava bem (corno de primeira viagem é assim. rsrs). Ela me disse: está MUITO bom amor. Eu estava super excitado. Quem não gostou muito foi a esposa dele que ficou olhando quieta e vestida o tempo todo. Bom, mas esse problema não era nosso. O cara gozou muito no cuzinho da minha (agora) putinha. Mas se vocês acham que terminou, estão enganados.
Saímos dali e fomos tomar água na pista de dança. Apresentavam mais um show erótico sem graça (cheguei a conclusão de que eu gosto de sexo com gente de verdade e que goza de verdade), mais estávamos muito mais soltos, até dançamos um pouco. Com o fôlego retomado voltamos para as salas na penumbra. O lugar agora estava abarrotado (embora a maioria só estivesse olhando), e era um tal de passa a mão aqui e ali em qualquer um que estivesse lá. Na sala maior havia dois casais fazendo troca numa enorme cama. Vários outros faziam boquete na beira da cama. A cena era muito excitante, gritos e gemidos. Mas como eu disse, cheio demais. Peguei a minha putinha e levei ela de novo para a primeira sala (a casa é dividida em várias alas e as alas em várias salas). Sentei ela no mesmo sofá que circulava a sala toda, tirei o meu pau para fora e coloquei na boca dela, agora era a minha vez. Havia já uns três casais no sofá e não sobrava muito espaço, ainda assim, logo em seguida chegou um casal bem do nosso lado e a mulher começou a chupar o marido. Eu lá com o pau na boca da minha cadelinha, com os olhos fechados concentrados no meu prazer, quando abro os olhos me deparo com a minha mulher acariciando o pau do cara ao lado. Esse realmente era um dia para entrar par a história. O marido propôs uma troca. Como o lugar estava cheio e com música alta, nem sempre dava para entender o que o outro dizia. Mas eu entendi isso e falei com a minha mulher. Nós sempre combinamos que eu não ficaria com outra mulher, mesmo que fosse numa situação dessas, mas ela disse sim. Fizemos a troca, colocamos camisinha, e lá estava a minha puta com outro pau na boca e a mulher do cara com o meu pau na sua. A mulher do amigo tinha ido mais preparada, debaixo da sainha curta só tinha uma boceta depilada e muito molhada. As damas ficaram de 4 e os cornos gozaram quase juntos. Confesso que não foi nem de longe uma das melhores fodas da minha vida, mas ver a minha mulher sendo montada por outro enquanto eu montava na dele foi bom demais.
Naquela altura, nem mesmo nós nos reconhecíamos. A primeira vez numa aventura dessas a minha mulher já tinha dado o cu e já tínhamos feito uma troca. O que mais nós poderíamos querer? Nós queríamos era mais!
Depois de mais uma respirada eu propus para ela irmos na ala dos solteiros. Ela não entendeu, disse que tínhamos percorrido a casa toda, mas eu disse que havia um lado que nós não tínhamos ido. Depois nós entendemos melhor. Na ala dos casais os homens sozinhos não podem entrar. Já na ala dos solteiros, os casais também podem entrar. A ala era menor e a maioria das salas estavam fechadas (sala fechada é para quem quer privacidade, assim, não havia muito o que fazer. Quando já estávamos desanimando encontramos a "sala escura" (não dá para ver absolutamente nada lá dentro). Demos dois passos, bem juntos para não nos perdermos um do outro, quando ela parou. Eu percebi que alguém tinha parado ela, e perguntei para ela que confirmou que tinha um cara apalpando os seios dela. De repente havia uns três ou quatro caras na nossa volta (jamais vamos saber quantos), apalpando a minha mulher de todo o jeito. Eles eles pegavam a mão dela e colocavam no pau deles. Eles enfiavam a mão dentro da calça dela. Eu sempre bem perto dela para dar segurança, inclusive falava isso o tempo todo. Uns minutos depois dela ser dedada de todas as formas, saímos de lá. Junto vieram uns dois sujeitos, meio mal encarados, mas nós não estávamos preocupados porque os seguranças estão sempre por perto.Os dois continuaram apalpando ela, só que agora já dava para enxergar os rostos e o corpo. De repente chega um cara (mais tarde ela me disse que eles já tinham trocado uns olhares), sem camisa, cabeça raspada, não muito alto, mas muito atlético, negro. O protótipo do comedor perfeito. Ele tira o pau para fora, enquanto os outros ainda estão na volta, pega na mão dela e pergunta: vamos? Ela, quase se derretendo de tesão, responde: vamos. Rapiadamente, nos esgueiramos pelo labirinto à procura de uma cabine vazia. A única que estava live no momento era uma bem pequena, do tamanha de um box, mas eu fiz questão de entrar junto. Não deixaria a minha fêmea desprotegida nunca. Ela tirou rapidamente as sandálias e a calça (se de calça jeans ela fez tudo isso, imagina se fosse de saia? rsrs). ele também tirou a roupa. Nós três naquela cabine minúscula. Ela disse que queria sentar no colo dele virada para a frente dele. O pau dele era bem maior que o meu. Ele colocou a camisinha e ela começou a cavalgar. Eu abri a cortina da porta para que todos pudessem ver, afinal o corno tem que ser visto sendo corneado. Na parede divisória entre a cabine a a do lado havia três buracos (glory holes), por eles um outro cara colocou o pau e os braços. Enquanto cavalgava na pica do garanhão, ela segurava na outra pica. Depois ela cansou e pediu para ficar de 4. O negão socou na boceta da minha vadiazinha até gozar.
Ela estava tão estasiada que perdeu a calcinha e colocou a calça assim mesmo. O amigo deu o seu nome e ofereceu o telefone. Mas nós não guardamos nomes e telefones de ninguém.
Já era 4h da manhã e o meu lado responsável bateu mais forte. Eu não queria dormir em São Paulo, embora quiséssemos ficar lá até a casa fechar. Depois da viagem e da chegada em casa estávamos tão ligados que transamos loucamente.
Pois é, nós entramos sendo um casal exibicionista e saímos swingers. E sabe o que mais, adoramos. Não paramos de falar nisso e queremos repetir.
O que vocês acham disso?
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