By Karla Olivier
Pra quem não me conhece, tenho 24 anos, sou sarada e malho muito. Por isso, tenho uma bundinha sarada, pernas bem torneadas e seios durinhos. Adoro praia e quando estou a fim de sexo, adoro caminhar na praia de Camboinhas em Niterói, onde moro, com um micro biquíni só pra deixar os marmanjos babando de vontade de me comerem.
Mas, enfim, o que vou relatar aconteceu num fim de semana, há poucos dias, numa festa na casa de um amigo do meu marido... Era uma quinta feira quando meu marido chegou de uma viagem a trabalho, e eu quase subindo pelas paredes, doida pra ser bem comida, mas ele nada!...
Evitou-me na quinta e na sexta, chegando tarde e apenas dizendo que estava cansado e que nem jantaria. Iria tomar banho e direto dormir, pois estava um bagaço! Fiquei muito danada da vida, havia feito depilação na minha xaninha e no meu cuzinho, achando que seria naquela sexta, mas mais uma vez, ele me deixou na mão!
E, antes de dormir, foi me dizendo que no sábado iríamos à festa de Arthur, seu amigo de trabalho (que eu não conhecia). Não acreditei!... O cara chega a casa depois de quase 15 dias fora, eu doida pra dar muito, e ele nada de comparecer e ainda arruma uma festa para ir ao final de semana.
Fui dormir muito puta da vida e cheia de tesão. Acordei no sábado e, para minha surpresa, meu marido havia saído deixando um recado com minha empregada que tinha ido ao trabalho por causa de uma emergência, mas que chegaria ao fim da tarde.
Eu nem estava acreditando que ele tivesse feito isso, fiquei tão nervosa que nem comi nada, voltei pra cama e dormi até às 16h00. Acordei e dei de cara com meu marido me olhando com uma rosa na mão e, me entregando a flor, pediu desculpas, pois havia chegado desde a quinta que e estava tão cansado da viagem que nem na sexta pode me dar atenção, mas que depois da festa no domingo seria todo meu.
Sorri e disfarcei dizendo que não tinha nada e que amei a rosa. Ele me deu um beijo que me fez ficar meladinha, e achando que rolaria alguma coisa. Decepcionei-me mais uma vez e assim de repente, ele falou que estava morrendo de fome e que iria comer alguma coisa.
Pensei:
"Eu sou a comida e você nem aí seu burro!...”.
Já era quase 21h00 e eu acabara de me arrumar. Como estava cheia de tesão, eu nem pensei e coloquei um vestidinho preto que tenho bem curtinho com uma micro calcinha e com um saltinho que realçava mais ainda minha bundinha e pernas.
Quando meu marido me viu foi logo dizendo que eu estava muito tesuda!... Hummm, que bom! - Pensei, de repente, depois da festa, ele até que poderia foder-me, e eu adoraria, já que estava num atraso danado.
Chegamos à festa em 15 minutos, era num condomínio na Av. Central, perto de nossa casa. Fomos recebidos pelo amigo de meu marido e sua esposa. Pedro e Ana eram seus nomes (fictícios). Nossa!... Que casal bonito! Pedro era um homem enorme, quase 2 metros, moreno olhos expressivos e um verdadeiro tesão de homem.
Sua esposa Ana não ficava atrás, era também morena e tipo mulherão, toda gostosa, estava com um vestido que deixava suas pernas bem definidas e grossas à mostra e um decote que meu marido não conseguia tirar os olhos.
Notei que o Pedro também me observava de cima a baixo e na minha condição (no cio total) (risos), já viu né?!
Logo me vieram os pensamentos de como seria, eu ter aquele homem enorme só pra mim. Estava uma noite muito gostosa, o dia tinha sido quente, mas ao anoitecer começou a rolar uma brisa deliciosa. Meu marido me abandonou com a Ana e foi conversar com outros conhecidos e, num determinado momento, a Ana me pediu licença dizendo que iria resolver uma coisa e logo voltaria.
Nesse momento o Pedro apareceu com uma taça de vinho me oferecendo, aceitei e começamos a conversar. Ele além e bonito e todo gostoso era um sedutor... Começou a me elogiar e até ousado, para meu espanto, ele sem cerimônia alguma disse que:
“-Se com roupa eu já era boa, imagina sem ela...”.
Eu fiquei sem ação e não disse nada, mas aquilo mexeu comigo na hora e ele percebeu e, sentindo que eu não falara nada, continuou e disse que meu marido era um cara de sorte em ter uma mulher como eu.
Olhei procurando meu marido e vi que ele havia sumido de onde estávamos. Voltei meus olhos para o Pedro e ele já estava com uma garrafa de vinho na mão e foi colocando mais em minha taça.
Olhei pra ele e, já com o tesão que estava, falei que eu não poderia beber muito, pois eu perdia a noção e fazia coisas que normalmente não as faria. Ele chegou bem perto de mim e ao meu ouvido sussurrando baixinho pergunta:
“-O que, por exemplo?”
Eu fiquei toda arrepiada e paralisada, minha xana estava toda melada, só de estar naquela situação, com um homem que acabara de conhecer, tendo meu marido e a sua esposa por perto e o papo indo para um lado, onde eu estava bem fragilizada. Olhei mais uma vez em volta e não vi meu marido e, pra falar a verdade, eu torcia para não vê-lo mesmo, pois aquele desconhecido até então, estava me pegando sem me tocar!
Voltando para o Pedro, que foi logo completando minha taça novamente.
“-Por favor, Pedro, eu não posso beber mais.”
“- É que fiquei curioso pra saber como você fica depois de beber um pouco de vinho.”
Olhei pra ele e disse.
“-Cuidado, a Ana ou meu marido podem aparecer e nos pegar falando coisas que eles não vão gostar de ouvir.”
“-Não se preocupe, eles devem estar juntos também, e quem sabe, até falando do mesmo papo que o nosso.”
“-Meu marido e sua esposa? Sei...”.
E dei uma risadinha. Pedro me olha e pergunta se eu já havia conhecido a casa. Eu disse que não e ele então me convidou para conhecê-la. Depois de me mostrar toda a casa ele me levou para a parte de trás, onde ficava a piscina e, ao fundo, um pequeno portão.
Pedro me pegou pela mão, me deixando mais melada ainda, só em me tocar. A quenturinha na barriga já dava o sinal, de que eu estava a ponto de perder o controle. O vinho já estava fazendo efeito e eu não sabia se conseguiria me segurar.
Ele disse:
“-Vem Karla, quero te mostrar um lugar muito gostoso da casa...”.
Olhei pra ele e mais uma vez perguntei pela sua esposa e pelo meu marido.
“-Não se preocupe, daqui a pouco a gente volta...”.
E abrindo o portão, me levou por um caminho que dava numa mata. O lugar era pouco iluminado, havia apenas alguns spots de luz em volta do caminho. Fomos chegando a uma cabana de madeira bem rústica, linda e, nesse momento, o Pedro, antes de entrar na varanda me fez um sinal de silêncio e se colocou atrás de mim e foi me conduzindo devagar até chegarmos perto da janela que estava aberta.
Ouço gemidos e fico curiosa pra ver o que era e, para minha surpresa, vejo meu marido deitado na cama sendo chupado pela Ana. Ela lambia feito uma doida e volta e meia, engolia todo o pau dele.
Fiquei parada e, nesse momento, Pedro encosta seu pau na minha bunda e me abraça dizendo em meu ouvido.
“-Quer fazer o mesmo?!...”.
Eu que já estava cheia de vontade, quando vi meu marido sendo chupado pela Ana, a vontade aumentou mais ainda e não pensando duas vezes me virei pra ele e disse.
“-Quero! Mas faça tudo o que quiser comigo.”
O cara ficou louco, me tascando um beijo de língua que me deixou tonta. Colocou suas mãos enormes por baixo do meu vestido e apertava minha bunda e dizia que queria foder-me todinha. Afastei-me dele e fui abrindo sua calça. Seu pau deu um pulo pra fora e nem acreditei no que via. Era enorme e com uma cabaçona que fiquei imaginando, na hora, se aguentaria aquilo tudo.
Segurei com as duas mãos e ainda sobrava pau. Apertei e olhava a cara de Pedro que gemia e pedia para eu colocar logo na boca. Antes, ainda segurando o seu pau, olhei pela janela e vi meu marido chupando a Ana que gemia e dizia um monte de besteiras.
Fiquei doida de ver aquilo e de ouvir as coisas que ela falava pro meu marido. Virando-me pro Pedro, abaixei-me um pouco e coloquei seu pau na minha boca! Que delícia!... Pedro gemia e me mandava engolir tudo, coisa que era impossível, pois ele era muito pauzudo.
“-Chupa sua vadia!...” - dizia ele, engole ele todo, vai sua puta. Eu me sentia mesmo uma puta vadia. Eu ouvia aquilo e me soltava cada vez mais. Arriei toda a calça do Pedro que aproveitou e tirou seus sapatos e a camisa, ficando nu, todinho pra mim! Ele era um pedaço delicioso de homem, seu corpo todo peludo, parecia o de um animal.
Eu me levantei e mais uma vez olhei pela janela e vi a Ana de quatro e meu marido socando com força e dando tapas em sua bunda, que era simplesmente perfeita, deixando meu marido louco de tesão! Ela rebolava e pedia mais. Pedro vendo que eu ficava excitada ainda mais, vendo os dois, me pegou pela mão e entra cabana à dentro, indo direto para o quarto.
Os dois nos olham e meu marido me chama pra juntar-me a ele e a Ana.
“-Vem!...” - diz ela e continua: “-Também vem aqui do meu ladinho.”
Pedro tira meu vestido e quando me deixa nua diz.
“-Você é uma putinha bem gostosa!...”.
Olho pro meu marido que fala:
“-Eu também acho!...”.
Ana me pega pelo braço e me puxa pra cama, me fazendo cair de costas e de frente pra ela que, sem me dar tempo pra nada, cola sua boca na minha e me beija loucamente.
Sinto o Pedro abrir minhas pernas e começar a me lamber apertando minhas pernas. Ana, ainda estava de quatro, sendo fodida pelo meu maridinho, mas ainda me beijando e apertando meus peitos. Meu marido me chama de vagabunda e diz que eu ainda iria pagar muito caro por ser puta.
“-Vai Pedro!... Mete nessa vagabunda logo!... Soca o pau nela!...”.
Pedro não pensa duas vezes e pula em cima de mim que estava toda melada e começa a colocar seu pauzão pra dentro.
Parecia que eu iria partir ao meio. Eu gemia de dor e prazer. Pedro me chamava de gostosa e que ia me alargar toda pro meu corninho. Eu olhei e disse:
“- Isso!... Vem, come a sua vagabunda e me deixe toda fodida e arrombada pra esse corno do meu marido.”
Pedro parecia um animal e me pegava pela cintura, me trazia pra perto do cacetão dele, fazendo minha boceta ir engolindo seu pau quase todo.
“-Vem!...” - dizia eu – “-Vem, seu puto, me arromba toda.” Enquanto isso, Ana gemia e agora pedia pro meu marido comer a sua bunda. Ele tira o pau da boceta dela e começa a lamber seu cu pra logo começar a arrombar o cuzinho dela, que grita, mas pede que ele soque com força.
Pedro, vendo aquilo, me olha e diz que se o meu marido estava comendo a bunda da mulher eu teria que dar a bunda pra ele. Olhei pro meu marido e virei a bunda pro Pedro e disse.
“-Vem, mas venha devagar que minha bunda vai engolir o seu pauzão todinho”.
Pedro faz o mesmo que meu marido e começa a meter a língua em meu cu. Eu já toda encharcada olho pra ele e peço que vá com calma. Pedro cospe no meu cuzinho e mete um dedo, depois dois me fazendo rebolar e pedir que coloque logo sua rola.
Ele começa a passar a cabeça de seu pau em minha xana e depois levar até meu cuzinho pra começar a enfiar a cabeça. Ele tenta, mas eu resisto, pois a cabeça é muito grande e acho que não vou aguentar!
Ele lambe mais um pouco e eu fico muito tesuda e começo a rebolar em sua língua, pra logo em seguida ele tentar mais uma vez e dessa vez com mais força.
Quando começa a entrar, meu cuzinho parece estar em brasas. Aperto a cama com muita força e olho pra Ana que também já esta levando pau na bunda. Ela vê o meu rosto com expressão de dor e me beija gostoso a boca, chupando a minha língua. Eu fico mais excitada ainda e vou relaxando e o Pedro começa a enfiar cada vez mais fundo no meu rabo. Entra e sai bem devagar, até que a dor ceda e eu, já começando a relaxar, começo a rebolar e a bunda gostosa que tenho e empurrar o meu quadril pra trás, fazendo seu pau ir entrando cada vez mais fundo no meu cuzinho.
“-Que bunda gostosa!...” - dizia Pedro. Eu aproveito e olho pro meu marido e falo:
“- Viu corninho? Isso que é comer uma bunda... Seu amigo sabe o que faz e faz gostoso!...”.
“-Sua puta!...”. – ele fala e eu respondo:
”- Sou mesmo, sou muito vagabunda, você não come, eu tenho que dar pros outros. Daqui pra frente, eu vou querer muito mais cacetes...”.
Meu marido começa a socar o cu da Ana com mais força e goza dentro de seu cu, fazendo-a se jogar na cama ficando de bruços e meu marido do lado. Pedro me olha e diz:
“-Vai ali, no cu da Ana, e lambe a porra de seu marido sua cachorra!...”.
E também, numa estocada firme, goza muito em meu rabo entupindo ele com sua porra quente, escaldante!... Eu olho para o meu marido e falo. “-Eu só vou lamber o cuzinho da Ana, se meu corninho lamber o meu e tomar a sua porra, Pedro!” Pra minha surpresa e prazer meu marido não perde tempo e cai de boca no meu cu todo arrombado e começa a lamber toda a porra que escorria de minha bunda.
Francamente, eu não pensei que ele faria isso e na mesma hora, Pedro diz: “-Agora vai ao cuzinho da Ana é a sua vez!...” A Ana abriu sua bunda com as mãos e eu meti a língua e comecei a lamber a porra de meu corninho o sentindo metendo a língua no meu cuzinho também. Que delicia. Deixei o cu de Ana limpinho e olhei pra Pedro com porra ainda nos cantos da boca e peço um beijo.
“-Sua porca!...” - diz ele e me dá um tapa na cara para, em seguida, me beijar com toda ferocidade.
Que homem safado, gostoso, pauzudo... Eu e a Ana ainda não havíamos gozado e era isso, o que mais queríamos naquele momento. Esperando nossos machos se refazerem começamos a nos beijar.
“-Karla,” - disse Ana, “seu beijo está com gosto de porra!...”
“-Esta ruim?”
“- Não querida, está uma delícia!...”.
Sua língua parecia querer tocar minha garganta. Estávamos deitadas. Ana em cima de mim beijava-me e eu apertava sua bunda e alisava suas pernas.
Ana começa a descer sobre meu corpo deslizando até sua boca tocar minha xana. Levanto meu quadril e facilito mais ainda pra Ana que começa a me chupar freneticamente. Hummm... bom demais! Sua língua me fodia com vontade e eu rebolava segurando em sua cabeça, bom demais aquilo!
Logo vi meu marido ir pra trás de Ana, já com o pau duro. Ele se ajoelha atrás ela e abrindo sua bunda começa a lambê-la. Ana empina bem seu rabinho e meu marido começa a lamber sua xaninha já toda melada. Olho pra cima e dou de cara com o pau do Pedro, que abaixa e o coloca em minha boca. Aiiii, muito bom! Eu começo a sugá-lo e lambê-lo, fazendo Pedro sussurrar. Que delícia, eu tinha uma língua na xana e um pau na boca, mas eu queria era ter o Pedro dentro de minha xana que já ardia de vontade de ser fodida. Saí dali e Pedro me levou para o lado. Colocou-me no sofá, sentada, para depois se ajoelhar abrindo minhas pernas. Pincelou seu pauzão em minha xana.
Eu queimava por dentro, de tanta vontade de ser fodida por aquele homem. Olhei pra ele e segurando seu pau com minhas mãos, o levei até a minha xana e comecei a enfiar aquilo em mim.
Eu comecei a escorregar e a cada descida seu pau entrava mais em mim. Eu olhava aquela tora de pau rasgando minha boceta e não acreditava no que via. Só não doeu mais, por que eu estava muito babada da excitação e da chupada da Ana.
Pedro me pegava pela cintura e me puxava pra ele fazendo seu pau entrar cada vez mais. Eu gemia e pedia mais. Olhei para o lado e vi a Ana sentada no pau do meu marido que desaparecia dentro dela. Ela descia e subia segurando os seios e apertando.
Meu marido às vezes a puxava com força fazendo seu pau entrar todo, a fazendo dar um gritinho de dor e de prazer. Pedro levantava minhas pernas segurando por trás de meus joelhos e socava ora rapidamente e ora devagarinho olhando em meus olhos e dizendo que eu era deliciosa e safada.
“-Você é que é, seu pervertido, vem me faça gozar, quero muito sentir o seu leite quente, dentro da minha boceta.” Ouvindo isso ele começa a bombar com força. Meu deus; deixei o homem maluco, ele bombava com força. Seu pau tocava bem no fundo. Eu rebolava e olhava aquele pau que parecia que iria me rasgar ao meio. Suas mãos fortes pegavam agora ao lado de minha bunda e apertavam com força.
Pedro começou a me chamar de vagabunda, puta, piranha safada. “-Olha pro seu corninho ali, vai!...” Eu desviava os olhos e via meu marido fodendo a Ana com força também e falando as mesmas coisas em relação ao Pedro.
Não estava mais dando pra segurar e praticamente juntos gozamos. Eu tremia toda e logo senti a porra quente de Pedro invadir minha boceta. Pedro caiu para o lado deitando no chão. Eu já ia caindo quando de repente vi a Ana deitar-se entre minhas pernas e me puxar pelas pernas fazendo minha boceta ir em direção a sua boca.
A porra de Pedro escorria direto pra sua língua e boca que ficara toda lambuzada, me deixando limpinha. Estávamos exaustos ao sair da cabana, já devidamente limpos e recompostos e voltando pra casa principal, onde ocorria a festa me dei conta de quanto tempo havíamos nos ausentado e, antes que eu falasse alguma coisa, quando entramos na casa levei um susto, pois todos os casais estavam trepando. Eu havia sido convidada pelo meu marido pra uma suruba, pode?!
Passamos entre eles e fiquei admirada de ver tanta gente bonita e sarada e já fiquei imaginando como seria a próxima festa... (risos)
Beijo
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Pra quem não me conhece, tenho 24 anos, sou sarada e malho muito. Por isso, tenho uma bundinha sarada, pernas bem torneadas e seios durinhos. Adoro praia e quando estou a fim de sexo, adoro caminhar na praia de Camboinhas em Niterói, onde moro, com um micro biquíni só pra deixar os marmanjos babando de vontade de me comerem.
Mas, enfim, o que vou relatar aconteceu num fim de semana, há poucos dias, numa festa na casa de um amigo do meu marido... Era uma quinta feira quando meu marido chegou de uma viagem a trabalho, e eu quase subindo pelas paredes, doida pra ser bem comida, mas ele nada!...
Evitou-me na quinta e na sexta, chegando tarde e apenas dizendo que estava cansado e que nem jantaria. Iria tomar banho e direto dormir, pois estava um bagaço! Fiquei muito danada da vida, havia feito depilação na minha xaninha e no meu cuzinho, achando que seria naquela sexta, mas mais uma vez, ele me deixou na mão!
E, antes de dormir, foi me dizendo que no sábado iríamos à festa de Arthur, seu amigo de trabalho (que eu não conhecia). Não acreditei!... O cara chega a casa depois de quase 15 dias fora, eu doida pra dar muito, e ele nada de comparecer e ainda arruma uma festa para ir ao final de semana.
Fui dormir muito puta da vida e cheia de tesão. Acordei no sábado e, para minha surpresa, meu marido havia saído deixando um recado com minha empregada que tinha ido ao trabalho por causa de uma emergência, mas que chegaria ao fim da tarde.
Eu nem estava acreditando que ele tivesse feito isso, fiquei tão nervosa que nem comi nada, voltei pra cama e dormi até às 16h00. Acordei e dei de cara com meu marido me olhando com uma rosa na mão e, me entregando a flor, pediu desculpas, pois havia chegado desde a quinta que e estava tão cansado da viagem que nem na sexta pode me dar atenção, mas que depois da festa no domingo seria todo meu.
Sorri e disfarcei dizendo que não tinha nada e que amei a rosa. Ele me deu um beijo que me fez ficar meladinha, e achando que rolaria alguma coisa. Decepcionei-me mais uma vez e assim de repente, ele falou que estava morrendo de fome e que iria comer alguma coisa.
Pensei:
"Eu sou a comida e você nem aí seu burro!...”.
Já era quase 21h00 e eu acabara de me arrumar. Como estava cheia de tesão, eu nem pensei e coloquei um vestidinho preto que tenho bem curtinho com uma micro calcinha e com um saltinho que realçava mais ainda minha bundinha e pernas.
Quando meu marido me viu foi logo dizendo que eu estava muito tesuda!... Hummm, que bom! - Pensei, de repente, depois da festa, ele até que poderia foder-me, e eu adoraria, já que estava num atraso danado.
Chegamos à festa em 15 minutos, era num condomínio na Av. Central, perto de nossa casa. Fomos recebidos pelo amigo de meu marido e sua esposa. Pedro e Ana eram seus nomes (fictícios). Nossa!... Que casal bonito! Pedro era um homem enorme, quase 2 metros, moreno olhos expressivos e um verdadeiro tesão de homem.
Sua esposa Ana não ficava atrás, era também morena e tipo mulherão, toda gostosa, estava com um vestido que deixava suas pernas bem definidas e grossas à mostra e um decote que meu marido não conseguia tirar os olhos.
Notei que o Pedro também me observava de cima a baixo e na minha condição (no cio total) (risos), já viu né?!
Logo me vieram os pensamentos de como seria, eu ter aquele homem enorme só pra mim. Estava uma noite muito gostosa, o dia tinha sido quente, mas ao anoitecer começou a rolar uma brisa deliciosa. Meu marido me abandonou com a Ana e foi conversar com outros conhecidos e, num determinado momento, a Ana me pediu licença dizendo que iria resolver uma coisa e logo voltaria.
Nesse momento o Pedro apareceu com uma taça de vinho me oferecendo, aceitei e começamos a conversar. Ele além e bonito e todo gostoso era um sedutor... Começou a me elogiar e até ousado, para meu espanto, ele sem cerimônia alguma disse que:
“-Se com roupa eu já era boa, imagina sem ela...”.
Eu fiquei sem ação e não disse nada, mas aquilo mexeu comigo na hora e ele percebeu e, sentindo que eu não falara nada, continuou e disse que meu marido era um cara de sorte em ter uma mulher como eu.
Olhei procurando meu marido e vi que ele havia sumido de onde estávamos. Voltei meus olhos para o Pedro e ele já estava com uma garrafa de vinho na mão e foi colocando mais em minha taça.
Olhei pra ele e, já com o tesão que estava, falei que eu não poderia beber muito, pois eu perdia a noção e fazia coisas que normalmente não as faria. Ele chegou bem perto de mim e ao meu ouvido sussurrando baixinho pergunta:
“-O que, por exemplo?”
Eu fiquei toda arrepiada e paralisada, minha xana estava toda melada, só de estar naquela situação, com um homem que acabara de conhecer, tendo meu marido e a sua esposa por perto e o papo indo para um lado, onde eu estava bem fragilizada. Olhei mais uma vez em volta e não vi meu marido e, pra falar a verdade, eu torcia para não vê-lo mesmo, pois aquele desconhecido até então, estava me pegando sem me tocar!
Voltando para o Pedro, que foi logo completando minha taça novamente.
“-Por favor, Pedro, eu não posso beber mais.”
“- É que fiquei curioso pra saber como você fica depois de beber um pouco de vinho.”
Olhei pra ele e disse.
“-Cuidado, a Ana ou meu marido podem aparecer e nos pegar falando coisas que eles não vão gostar de ouvir.”
“-Não se preocupe, eles devem estar juntos também, e quem sabe, até falando do mesmo papo que o nosso.”
“-Meu marido e sua esposa? Sei...”.
E dei uma risadinha. Pedro me olha e pergunta se eu já havia conhecido a casa. Eu disse que não e ele então me convidou para conhecê-la. Depois de me mostrar toda a casa ele me levou para a parte de trás, onde ficava a piscina e, ao fundo, um pequeno portão.
Pedro me pegou pela mão, me deixando mais melada ainda, só em me tocar. A quenturinha na barriga já dava o sinal, de que eu estava a ponto de perder o controle. O vinho já estava fazendo efeito e eu não sabia se conseguiria me segurar.
Ele disse:
“-Vem Karla, quero te mostrar um lugar muito gostoso da casa...”.
Olhei pra ele e mais uma vez perguntei pela sua esposa e pelo meu marido.
“-Não se preocupe, daqui a pouco a gente volta...”.
E abrindo o portão, me levou por um caminho que dava numa mata. O lugar era pouco iluminado, havia apenas alguns spots de luz em volta do caminho. Fomos chegando a uma cabana de madeira bem rústica, linda e, nesse momento, o Pedro, antes de entrar na varanda me fez um sinal de silêncio e se colocou atrás de mim e foi me conduzindo devagar até chegarmos perto da janela que estava aberta.
Ouço gemidos e fico curiosa pra ver o que era e, para minha surpresa, vejo meu marido deitado na cama sendo chupado pela Ana. Ela lambia feito uma doida e volta e meia, engolia todo o pau dele.
Fiquei parada e, nesse momento, Pedro encosta seu pau na minha bunda e me abraça dizendo em meu ouvido.
“-Quer fazer o mesmo?!...”.
Eu que já estava cheia de vontade, quando vi meu marido sendo chupado pela Ana, a vontade aumentou mais ainda e não pensando duas vezes me virei pra ele e disse.
“-Quero! Mas faça tudo o que quiser comigo.”
O cara ficou louco, me tascando um beijo de língua que me deixou tonta. Colocou suas mãos enormes por baixo do meu vestido e apertava minha bunda e dizia que queria foder-me todinha. Afastei-me dele e fui abrindo sua calça. Seu pau deu um pulo pra fora e nem acreditei no que via. Era enorme e com uma cabaçona que fiquei imaginando, na hora, se aguentaria aquilo tudo.
Segurei com as duas mãos e ainda sobrava pau. Apertei e olhava a cara de Pedro que gemia e pedia para eu colocar logo na boca. Antes, ainda segurando o seu pau, olhei pela janela e vi meu marido chupando a Ana que gemia e dizia um monte de besteiras.
Fiquei doida de ver aquilo e de ouvir as coisas que ela falava pro meu marido. Virando-me pro Pedro, abaixei-me um pouco e coloquei seu pau na minha boca! Que delícia!... Pedro gemia e me mandava engolir tudo, coisa que era impossível, pois ele era muito pauzudo.
“-Chupa sua vadia!...” - dizia ele, engole ele todo, vai sua puta. Eu me sentia mesmo uma puta vadia. Eu ouvia aquilo e me soltava cada vez mais. Arriei toda a calça do Pedro que aproveitou e tirou seus sapatos e a camisa, ficando nu, todinho pra mim! Ele era um pedaço delicioso de homem, seu corpo todo peludo, parecia o de um animal.
Eu me levantei e mais uma vez olhei pela janela e vi a Ana de quatro e meu marido socando com força e dando tapas em sua bunda, que era simplesmente perfeita, deixando meu marido louco de tesão! Ela rebolava e pedia mais. Pedro vendo que eu ficava excitada ainda mais, vendo os dois, me pegou pela mão e entra cabana à dentro, indo direto para o quarto.
Os dois nos olham e meu marido me chama pra juntar-me a ele e a Ana.
“-Vem!...” - diz ela e continua: “-Também vem aqui do meu ladinho.”
Pedro tira meu vestido e quando me deixa nua diz.
“-Você é uma putinha bem gostosa!...”.
Olho pro meu marido que fala:
“-Eu também acho!...”.
Ana me pega pelo braço e me puxa pra cama, me fazendo cair de costas e de frente pra ela que, sem me dar tempo pra nada, cola sua boca na minha e me beija loucamente.
Sinto o Pedro abrir minhas pernas e começar a me lamber apertando minhas pernas. Ana, ainda estava de quatro, sendo fodida pelo meu maridinho, mas ainda me beijando e apertando meus peitos. Meu marido me chama de vagabunda e diz que eu ainda iria pagar muito caro por ser puta.
“-Vai Pedro!... Mete nessa vagabunda logo!... Soca o pau nela!...”.
Pedro não pensa duas vezes e pula em cima de mim que estava toda melada e começa a colocar seu pauzão pra dentro.
Parecia que eu iria partir ao meio. Eu gemia de dor e prazer. Pedro me chamava de gostosa e que ia me alargar toda pro meu corninho. Eu olhei e disse:
“- Isso!... Vem, come a sua vagabunda e me deixe toda fodida e arrombada pra esse corno do meu marido.”
Pedro parecia um animal e me pegava pela cintura, me trazia pra perto do cacetão dele, fazendo minha boceta ir engolindo seu pau quase todo.
“-Vem!...” - dizia eu – “-Vem, seu puto, me arromba toda.” Enquanto isso, Ana gemia e agora pedia pro meu marido comer a sua bunda. Ele tira o pau da boceta dela e começa a lamber seu cu pra logo começar a arrombar o cuzinho dela, que grita, mas pede que ele soque com força.
Pedro, vendo aquilo, me olha e diz que se o meu marido estava comendo a bunda da mulher eu teria que dar a bunda pra ele. Olhei pro meu marido e virei a bunda pro Pedro e disse.
“-Vem, mas venha devagar que minha bunda vai engolir o seu pauzão todinho”.
Pedro faz o mesmo que meu marido e começa a meter a língua em meu cu. Eu já toda encharcada olho pra ele e peço que vá com calma. Pedro cospe no meu cuzinho e mete um dedo, depois dois me fazendo rebolar e pedir que coloque logo sua rola.
Ele começa a passar a cabeça de seu pau em minha xana e depois levar até meu cuzinho pra começar a enfiar a cabeça. Ele tenta, mas eu resisto, pois a cabeça é muito grande e acho que não vou aguentar!
Ele lambe mais um pouco e eu fico muito tesuda e começo a rebolar em sua língua, pra logo em seguida ele tentar mais uma vez e dessa vez com mais força.
Quando começa a entrar, meu cuzinho parece estar em brasas. Aperto a cama com muita força e olho pra Ana que também já esta levando pau na bunda. Ela vê o meu rosto com expressão de dor e me beija gostoso a boca, chupando a minha língua. Eu fico mais excitada ainda e vou relaxando e o Pedro começa a enfiar cada vez mais fundo no meu rabo. Entra e sai bem devagar, até que a dor ceda e eu, já começando a relaxar, começo a rebolar e a bunda gostosa que tenho e empurrar o meu quadril pra trás, fazendo seu pau ir entrando cada vez mais fundo no meu cuzinho.
“-Que bunda gostosa!...” - dizia Pedro. Eu aproveito e olho pro meu marido e falo:
“- Viu corninho? Isso que é comer uma bunda... Seu amigo sabe o que faz e faz gostoso!...”.
“-Sua puta!...”. – ele fala e eu respondo:
”- Sou mesmo, sou muito vagabunda, você não come, eu tenho que dar pros outros. Daqui pra frente, eu vou querer muito mais cacetes...”.
Meu marido começa a socar o cu da Ana com mais força e goza dentro de seu cu, fazendo-a se jogar na cama ficando de bruços e meu marido do lado. Pedro me olha e diz:
“-Vai ali, no cu da Ana, e lambe a porra de seu marido sua cachorra!...”.
E também, numa estocada firme, goza muito em meu rabo entupindo ele com sua porra quente, escaldante!... Eu olho para o meu marido e falo. “-Eu só vou lamber o cuzinho da Ana, se meu corninho lamber o meu e tomar a sua porra, Pedro!” Pra minha surpresa e prazer meu marido não perde tempo e cai de boca no meu cu todo arrombado e começa a lamber toda a porra que escorria de minha bunda.
Francamente, eu não pensei que ele faria isso e na mesma hora, Pedro diz: “-Agora vai ao cuzinho da Ana é a sua vez!...” A Ana abriu sua bunda com as mãos e eu meti a língua e comecei a lamber a porra de meu corninho o sentindo metendo a língua no meu cuzinho também. Que delicia. Deixei o cu de Ana limpinho e olhei pra Pedro com porra ainda nos cantos da boca e peço um beijo.
“-Sua porca!...” - diz ele e me dá um tapa na cara para, em seguida, me beijar com toda ferocidade.
Que homem safado, gostoso, pauzudo... Eu e a Ana ainda não havíamos gozado e era isso, o que mais queríamos naquele momento. Esperando nossos machos se refazerem começamos a nos beijar.
“-Karla,” - disse Ana, “seu beijo está com gosto de porra!...”
“-Esta ruim?”
“- Não querida, está uma delícia!...”.
Sua língua parecia querer tocar minha garganta. Estávamos deitadas. Ana em cima de mim beijava-me e eu apertava sua bunda e alisava suas pernas.
Ana começa a descer sobre meu corpo deslizando até sua boca tocar minha xana. Levanto meu quadril e facilito mais ainda pra Ana que começa a me chupar freneticamente. Hummm... bom demais! Sua língua me fodia com vontade e eu rebolava segurando em sua cabeça, bom demais aquilo!
Logo vi meu marido ir pra trás de Ana, já com o pau duro. Ele se ajoelha atrás ela e abrindo sua bunda começa a lambê-la. Ana empina bem seu rabinho e meu marido começa a lamber sua xaninha já toda melada. Olho pra cima e dou de cara com o pau do Pedro, que abaixa e o coloca em minha boca. Aiiii, muito bom! Eu começo a sugá-lo e lambê-lo, fazendo Pedro sussurrar. Que delícia, eu tinha uma língua na xana e um pau na boca, mas eu queria era ter o Pedro dentro de minha xana que já ardia de vontade de ser fodida. Saí dali e Pedro me levou para o lado. Colocou-me no sofá, sentada, para depois se ajoelhar abrindo minhas pernas. Pincelou seu pauzão em minha xana.
Eu queimava por dentro, de tanta vontade de ser fodida por aquele homem. Olhei pra ele e segurando seu pau com minhas mãos, o levei até a minha xana e comecei a enfiar aquilo em mim.
Eu comecei a escorregar e a cada descida seu pau entrava mais em mim. Eu olhava aquela tora de pau rasgando minha boceta e não acreditava no que via. Só não doeu mais, por que eu estava muito babada da excitação e da chupada da Ana.
Pedro me pegava pela cintura e me puxava pra ele fazendo seu pau entrar cada vez mais. Eu gemia e pedia mais. Olhei para o lado e vi a Ana sentada no pau do meu marido que desaparecia dentro dela. Ela descia e subia segurando os seios e apertando.
Meu marido às vezes a puxava com força fazendo seu pau entrar todo, a fazendo dar um gritinho de dor e de prazer. Pedro levantava minhas pernas segurando por trás de meus joelhos e socava ora rapidamente e ora devagarinho olhando em meus olhos e dizendo que eu era deliciosa e safada.
“-Você é que é, seu pervertido, vem me faça gozar, quero muito sentir o seu leite quente, dentro da minha boceta.” Ouvindo isso ele começa a bombar com força. Meu deus; deixei o homem maluco, ele bombava com força. Seu pau tocava bem no fundo. Eu rebolava e olhava aquele pau que parecia que iria me rasgar ao meio. Suas mãos fortes pegavam agora ao lado de minha bunda e apertavam com força.
Pedro começou a me chamar de vagabunda, puta, piranha safada. “-Olha pro seu corninho ali, vai!...” Eu desviava os olhos e via meu marido fodendo a Ana com força também e falando as mesmas coisas em relação ao Pedro.
Não estava mais dando pra segurar e praticamente juntos gozamos. Eu tremia toda e logo senti a porra quente de Pedro invadir minha boceta. Pedro caiu para o lado deitando no chão. Eu já ia caindo quando de repente vi a Ana deitar-se entre minhas pernas e me puxar pelas pernas fazendo minha boceta ir em direção a sua boca.
A porra de Pedro escorria direto pra sua língua e boca que ficara toda lambuzada, me deixando limpinha. Estávamos exaustos ao sair da cabana, já devidamente limpos e recompostos e voltando pra casa principal, onde ocorria a festa me dei conta de quanto tempo havíamos nos ausentado e, antes que eu falasse alguma coisa, quando entramos na casa levei um susto, pois todos os casais estavam trepando. Eu havia sido convidada pelo meu marido pra uma suruba, pode?!
Passamos entre eles e fiquei admirada de ver tanta gente bonita e sarada e já fiquei imaginando como seria a próxima festa... (risos)
Beijo
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